Para manter a sede do Jongo da Serrinha precisamos de sua colaboração!  São atividades para cerca da 400 alunos de todas as idades além de eventos mensais e a manutenção do Centro de Memória permanente. Você pode ser um “sócio-torcedor” do Jongo da Serrinha nos incluindo no seu orçamento mensal!

Somos uma ONG

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Apresentações artísticas

Espaço aberto para eventos e espetáculos,  com capacidade para até 1200 pessoas, a arena trará artistas convidados da “família jongueira” para rodas de samba e jongo mensais com o Jongo da Serrinha e convidados, criando um público cativo e atraindo visitantes de todas partes da cidade.

Sessões de cinema

O Cineclube tem uma sala para até 80.  É o único da região e sua programação que valoriza a produção nacional e clássicos da história do cinema. Algumas sessões são seguidas por debates e os alunos da Escola de Jongo usarm a sala como espaço pedagógico.

Oficinas de Arte / ESCOLA DE JONGO

A UFRJ é parceria na ESCOLA DE JONGO que há 15 anos oferece gratuitamente aulas de arte para crianças e adolescentes. São oferecidas na Casa do Jongo, no contraturno escolar, aulas de cavaquinho, canto, jongo, cultura popular,  percussão, artes plásticas, iniciação musical, oficina de memória e  leitura para cerca de 400 crianças de segunda a sabado.

Exposições Temporárias e Permanente - (Galeria)

Há quatro anos a UFRJ é parceira em atividades de registro, organização e disponibilização do acervo audiovisual sobre o jongo e a Serrinha. A Casa do Jongo possui uma exposição permanente (cujo acervo conta a História do jongo, da Serrinha, do bairro de Madureira e do samba carioca) que recebe vistias diárias tanto de moradores quanto de turistas da cidade e do mundo. Já a Galeria na entrada, é um espaço aberto para receber artistas plásticos em geral abrigando exposições temporárias e atraindo a comunidade local constantemente.

Biblioteca

Criada em 2006 com recursos do Instituto C&A, a Biblioteca Resistência Cultural da Serrinha reúne cerca de 800 títulos ligados à infância, cultura africana e brasileira, música, artes visuais, história brasileira e literatura.

Estúdio Musical

Parceria com grupo musical Jongo da Serrinha para oferecer infraestrutura e técnica para gravação de repertório de artistas locais e oficinas para formação de novos técnicos. O espaço fica disponível diariamente para agendamentos de artistas interessados.

Objetivos Gerais:

1 – Preservar o Jongo como patrimônio Imaterial do Sudeste;

3 – Democratizar o acesso à cultura na cidade;

4 – Criar novas oportunidades de arte, educação e trabalho;

5 – Colaborar para a consolidação da capacidade de associativismo, empreendedorismo e

protagonismo comunitário;

Objetivos Específicos:

1- Ampliar e dar continuidade ao projeto ESCOLA DE JONGO, que atende há 15 anos crianças e adolescentes, criando um projeto piloto de educação em parceria com as duas escola públicas locais tendo a arte e a cultura popular como eixo central;

2- Manter uma horta na laje da Casa, como atividade pedagógica, de saúde e artística;

3- Manter estúdio de gravação voltado para artistas da periferia;

4- Manter salas multiuso de dança, música, artes e cinema;

5- Realizar eventos comunitários e Rodas de Jongo mensais;

6 – Fomentar galerias com exposições permanente e temporárias;

7 – Realizar reuniões e fóruns regulares com parceiros, famílias, jovens e comunidade em geral;

8 – Criar estratégias protagonismo e de diálogo e fomento com os poderes público e privado;

9 – Manter um polo cultural vibrante na Zona Norte da Cidade

Criamos oportunidades:

A sociedade civil  e as chamadas “periferias”  vêm criando mecanismos inovadores de conquista de direitos sociais e desenvolvimento humano. Promovem portanto o desenvolvimento crescente de novas formas estéticas,  de mobilização, de construção de políticas públicas e de oportunidades econômicas.

A valorização da  arte e cultura populares é uma potente ferramenta para a elaboração de tecnologias sociais para restauração do tecido social brasileiro -deteriorado desde as políticas da escravidão – que vem mantendo diversas gerações em situação de risco social. O Jongo da Serrinha vem criando, neste sentido, novos espaços culturais e novas estéticas.

A CASA DO JONGO valoriza diretamente a cultura da comunidade, patrimônio imaterial carioca, que hoje reúne cerca de 10.000 moradores, na sua maioria, negros. A baixa densidade demográfica e os mais de 100 anos de existência da Serrinha são fatores positivos para a reconstrução de seu tecido social.

A apropriação empreendedora de patrimônios imateriais como o jongo e a “tecnologia da festa” são instrumentos potentes para o desenvolvimento social e econômico capaz de criar oportunidades de aprendizagem, troca de informações,  oportunidades no mercado de trabalho e, portanto, de melhoria da qualidade de vida.

Tendo o jongo como principal instrumento de inclusão social e desenvolvimento sustentável, a Comunidade da Serrinha volta seu olhar para sua própria história e cultura,  fazendo-se protagonista de sua própria trajetória e atraindo atenção de diversos atores sociais. A valorização da cultura popular e de patrimônios culturais locais desperta a curiosidade da cidade como um todo e resgata valores afetivos, fortalecendo laços familiares e criando vínculos sob a perspectiva do afeto e da autoconfiança.

O Jongo da Serrinha

O Jongo é uma manifestação cultural de matriz africana reconhecida como Patrimônio Cultural Nacional em 2005 pelo IPHAN a pedido do Jongo da Serrinha. Sua origem está ligada à presença de africanos de origem Bantu, de Angla, trazidos para o trabalho escravo, nas fazendas de café e cana de açúcar do sudeste brasileiro.

O Morro da Serrinha, na zona norte do Rio de Janeiro, é uma comunidade urbana com aproximadamente 10.000 moradores na sua maioria negros.Com mais de 100 anos de existência, a Serrinha é uma das primeiras favelas do país, tendo recebido no início do século passado um enorme contingente de negros recém-alforriados que praticaram continuamente o jongo, constituindo-se como um verdadeiro quilombo cultural da identidade negra carioca.

Na década de 70, preocupados com a extinção do jongo na cidade do Rio moradores da Serrinha criaram o grupo musical “Jongo da Serrinha”, ensinando crianças a praticar o jongo e inovando em termos musicais introduzindo harmonia em seus arranjos. Em 2000, o grupo criou uma ONG para desenvolver social e economicamente a comunidade, preservando o jongo como patrimônio imaterial através de ações de arte, educação, cultura, trabalho e renda. Em 2001, foi criada a Escola de Jongo, para crianças e adolescentes na comunidade, hoje com 400 alunos.

A casa

Em 2013, a Prefeitura cedeu para o Jongo da Serrinha imóvel na região de Madureira, no Morro da Serrinha, onde será sua nova sede.  Com cerca 2000m2 de área construída, a Casa do Jongo foi inagurada em 29 de novembro de 2015 em parceria com a Prefeitura, seguindo projeto criado pelo Jongo da Serrinha em parceria com a RUA Arquitetos.
Este novo e potente centro cultural dentro de uma favela na zona norte já se tormou um espaço de referência do patrimônio imaterial fluminense cujo impacto se dá para além do denso bairro de Madureira, propagando a cultura popular por todo mundo.
Além disso, a Casa do Jongo aproximou-se das escolas públicas do entorno e implementa atividades de geração de renda e lazer gratuito num projeto de economia solidária, arte e educação.

Grupo Cultural Jongo da Serrinha

Casa do Jongo Rua Compositor Silas de Oliveira 101 Serrinha, Madureira Rio de Janeiro – RJ 21360-360 – Brazil ‎

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