Trabalho socio-cultural

O trabalho sociocultural do grupo, se desdobra em três eixos:

A Escola de Jongo

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criada em 2001, patrocinada pela Petrobras e Ministério da Cultura, é o principal projeto socioeducativo do Grupo Cultural. A Escola de Jongo envolve crianças e jovens na preservação do ritmo do jongo. A cultura afro-brasileira é sua principal fonte de tecnologias sociais para educação e conteúdo para as atividades comunitárias. As oficinas de canto, cordas, cultura popular, jongo, percussão, memória e artes são oferecidas gratuita e diariamente, no contraturno do horário escolar, para cerca de 80 crianças e jovens da Serrinha.
Além disso, semanalmente acontecem eventos (festas, visitas e/ou apresentações artísticas) reunindo moradores, turistas, parceiros  fortalecendo rede de sustentabilidade e laços comunitários na região.

O grupo musical Jongo da Serrinha

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atua pesquisando e criando produtos culturais (livros, filmes, espetáculos, discos, exposições etc) para divulgar o jongo pelo mundo. Criado no final dos anos 60, é uma referência da cultura carioca tradicional e seu trabalho artístico, contínuo e independente, levou o jongo a diversos países e cidades brasileiras e fez o ritmo ser conhecido por todo país.

Casa do Jongo

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Em 2013, a Prefeitura do Rio cedeu para a instituição, por doze anos, o imóvel onde será a Casa do Jongo, nova sede do grupo. Com cerca 1700m2 de área construída, a Casa do Jongo será reformada pela Prefeitura, conforme D.O. publicado em 27/08/2013, e vai, além de ampliar a Escola de Jongo,  estreitar relacionamento com as escolas públicas locais, desenvolver atividades de empreendedorismo juvenil e geração de renda (produção cultural, turismo, economia solidária etc) e oferecer cultura gratuitamente para o bairro com salas de cinema, estúdio de gravação, lojas, horta comunitária e exposição permanente.