Trabalho comunitário e metodologia de Inventário Participativo (IBRAM)
Preservar não é só guardar. É ouvir, reconhecer e construir memória junto com quem a vive.
No projeto do Centro de Memória do Jongo da Serrinha, seguimos a metodologia de Inventário Participativo, reconhecida pelo IBRAM. São rodas de conversa, escuta ativa e o envolvimento direto de mestres, jongueiras e moradores da Serrinha para identificar, contextualizar e dar significado a cada documento, fotografia e registro. Aqui, o acervo não fica trancado. Ele respira no território, nas vozes de quem manteve a tradição viva por mais de seis décadas.
Cada item catalogado carrega afeto, resistência e a força de gerações que transformaram quintais e terreiros em escola de vida.
Este projeto foi possível graças à Emenda Parlamentar do Deputado Federal @tarcisiomottapsol e ao apoio do @museusbr @minc.
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