O Acervo Jongo da Serrinha é um projeto de salvaguarda da memória viva do jongo, manifestação afro-brasileira reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil. Por meio da metodologia de Inventário Participativo — recomendada pelo IBRAM —, o projeto mobiliza mestres, griôs e moradores da Serrinha em rodas de conversa, visitas guiadas e ações de escuta ativa para identificar, contextualizar e catalogar 350 itens do acervo físico, entre fotografias, documentos, registros audiovisuais e objetos simbólicos. Deste total, 100 documentos serão digitalizados e disponibilizados em plataforma aberta (Tainacan), com recursos de acessibilidade digital como texto alternativo (ALT TEXT), tradução em Libras e compatibilidade com leitores de tela. Mais do que uma iniciativa técnica, o Acervo Jongo da Serrinha reafirma o território como museu social: um espaço de produção coletiva de conhecimento, onde a oralidade e a memória afetiva são formas legítimas de preservação. A relevância do projeto tem atraído visitas de instituições e organizações dedicadas à proteção do patrimônio cultural, como o Observatório do Patrimônio, reforçando redes de diálogo e cooperação para a valorização da cultura afro-brasileira. Este projeto foi possível graças à Emenda Parlamentar do Deputado Federal @tarcisiomottapsol e ao apoio do @museusbr @minc